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Prata da casa, Cleberson sobrevive a ‘novo’ Atlético

Da enxurrada de jogadores forjados nas categorias de base do Atlético que tiveram oportunidades na equipe principal nos primeiros meses deste ano, apenas dois sobreviveram à remodelagem do elenco durante a Série B. Além do atacante Marcelo – que recuperou espaço nas últimas rodadas –, só o zagueiro Cleberson foi promovido e se firmou de fato, resistindo, inclusive, às mudanças no comando técnico do time.

O defensor de apenas 20 anos tem nos números os principais argumentos para manter a titularidade ao lado de Manoel. Além de formar a melhor defesa do campeonato, com 24 gols sofridos, o jovem é o atleta que mais defendeu o Furacão na campanha rumo à elite. Dos 26 jogos realizados até agora, ele esteve em campo em 24 deles. E só não jogou todos porque foi suspenso duas vezes por acúmulo de cartões amarelos – quem mais jogou depois dele foram Weverton e Manoel, com 22 partidas.

A trajetória do defensor no Rubro-Negro se confunde com a do companheiro de zaga. Ambos subiram para o time principal com apenas 19 anos e em momentos difíceis para o Atlético – Manoel entrou na campanha que quase rebaixou a equipe em 2009.

Cleberson estreou na última rodada do Paranaense, contra o Paranavaí. O principal teste, porém, foi na final contra o Coritiba. Apesar da perda do título, ele saiu com créditos e, desde então, não deu nenhuma brecha para voltar ao banco de reservas. O defensor, aliás, deixou na reserva os experientes Luiz Alberto e Rafael Schmitz, além de Bruno Costa, Naldo e Renato Chaves.

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